O pequeno Eliézer está próximo de completar seus 8 meses.
Desde o pós-parto tenho sentido uma solidão que não cabe dentro de mim.
São noites mal dormidas, julgamentos, culpa, tristeza... Infinitas angústia.
Quem me dera ter alguém pra conversar e sentir ser ouvida e acolhida. Quem me dera receber um abraço de consolo. Quem me dera que alguém me ligasse fala do que sente minha falta. Quem me dera, se o esposo pude ler meus pensamentos.
A única coisa que me dá forças é o sorriso de Eliézer. Sem dúvida alguma, é um amor incondicional.
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